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Como o número de raios influencia a rigidez e o peso da roda?

Quando você escolhe uma roda de bicicleta, provavelmente olha primeiro para o aro, o cubo ou até para o engajamento do freehub. Mas existe um detalhe muitas vezes subestimado e que muda completamente o comportamento da bike: a quantidade de raios. Esse “detalhe” influencia diretamente a rigidez, o peso, o conforto e até a durabilidade do conjunto.

No caso da VZAN, por exemplo, as rodas MTB são montadas com 28 ou 32 raios, enquanto as rodas Road utilizam 24 raios — uma escolha que equilibra resistência, performance e peso conforme a modalidade

Mais raios, mais rigidez: até onde isso é vantagem?

De forma geral, quanto maior o número de raios, mais rígida tende a ser a estrutura da roda para bicicleta. Isso acontece porque o esforço é dividido entre mais pontos de ancoragem entre aro e cubo, reduzindo a deformação em curvas, arrancadas e frenagens fortes.

Em modalidades como cicloturismo, uso urbano intenso ou mountain bike em terrenos muito acidentados, uma roda mais “parruda” costuma ser sinônimo de segurança. Um exemplo clássico são as rodas para bike aro 29 usadas em trilhas técnicas, nas quais um número maior de raios ajuda a manter tudo no lugar mesmo quando o terreno não ajuda em nada.

Menos raios, menos peso: o equilíbrio entre leveza e resistência

Reduzir o número de raios é uma estratégia comum para deixar as rodas para bike mais leves e aerodinâmicas. Menos material significa menos massa girando, o que melhora a aceleração e a sensação de resposta da bike. Em estradas, por exemplo, isso é muito valorizado por quem busca performance.

Por outro lado, menos raios exigem componentes de maior qualidade: aro mais bem projetado, tensão de raio muito bem ajustada e materiais resistentes. Quando tudo é bem dimensionado, é possível ter uma roda para bike leve e ainda assim confiável. Porém, se a construção for mal executada, aumentam as chances de desalinhamento e quebras em impactos mais fortes.

Diâmetro da roda, número de raios e uso real

O diâmetro também entra nessa equação. Em uma roda de bicicleta maior, como as muito usadas no MTB moderno, forças de torção e impactos são distribuídos de forma diferente. Por isso, o projeto precisa considerar não só quantos raios serão usados, mas também o padrão de cruzamento, espessura, material e o tipo de aro.

Na prática, quem pedala trilhas agressivas pode preferir configurações com mais raios, privilegiando robustez. Já quem foca em provas de XCO ou estrada tende a optar por conjuntos um pouco mais minimalistas, priorizando leveza. O segredo está em encontrar o ponto ideal entre conforto, rigidez e peso para o seu estilo de pedal.

Por que o projeto da roda importa tanto quanto o número de raios?

Não é apenas a quantidade de raios que manda: o desenho do aro, a qualidade do alumínio e o padrão de montagem fazem enorme diferença. Duas rodas com o mesmo número de raios podem se comportar de forma completamente distinta se o projeto estrutural for diferente. Por isso, vale sempre olhar para o conjunto, e não só para a ficha técnica.

VZAN: tecnologia nacional a favor da sua pedalada

A VZAN é a maior fábrica de aros de bicicletas das Américas, nascida em 1999 com a missão de elevar o nível dos aros fabricados nacionalmente. Ao longo dos anos, a marca se consolidou oferecendo produtos nacionais com qualidade comparável aos importados, pensados para diferentes perfis de uso, do ciclista iniciante ao competidor.

Além da engenharia aplicada em cada modelo, a VZAN se destaca pelo pronto atendimento, facilidade de contato para garantias e peças de reposição e um suporte de pós-venda que realmente acompanha o ciclista. Se você quer entender melhor qual configuração de roda se encaixa no seu pedal, vale conhecer as opções disponíveis. Visite o site da VZAN e descubra como escolher o conjunto ideal para o seu estilo de ciclismo.

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